Nove dias que começaram no litoral mais acessível de Pernambuco e terminaram no destino mais caro do roteiro nacional: Fernando de Noronha. A pergunta que eu mesmo fazia antes de ir — vale o preço? — teve resposta clara assim que o barco se aproximou do Morro Dois Irmãos.
Roteiro
Os primeiros dias ficaram em Recife e Porto de Galinhas, com as piscinas naturais de água morna como aquecimento antes do arquipélago. Fernando de Noronha exigiu reserva de tudo com meses de antecedência — passagem aérea, pousada e até a taxa de preservação ambiental, cobrada por dia de permanência na ilha. Lá, os dias giraram em torno de mergulho com snorkel, trilhas curtas até mirantes e praias que raramente têm mais de uma dezena de pessoas ao mesmo tempo.
A taxa ambiental cobrada por dia é um bom lembrete para planejar a estadia certa — nem curta demais para não aproveitar, nem longa demais para não pesar no bolso.
Como nos deslocamos
Voo até Recife, depois um trecho doméstico à parte só para Noronha — não existe voo direto do Brasil continental além de Recife, Natal e Fortaleza, o que também limitou as datas disponíveis.
O que eu levaria de novo
Reservar a pousada e o voo para Noronha com bem mais antecedência — os preços sobem rápido conforme a data se aproxima, mais do que em qualquer outro destino nacional que já visitei.