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Recife e Fernando de Noronha: vale o preço do arquipélago?

📅 09 de março de 2024 ✈️ Recife, Porto de Galinhas, Fernando de Noronha 🕓 9 dias 📖 1 min de leitura
Recife e Fernando de Noronha: vale o preço do arquipélago?

Nove dias que começaram no litoral mais acessível de Pernambuco e terminaram no destino mais caro do roteiro nacional: Fernando de Noronha. A pergunta que eu mesmo fazia antes de ir — vale o preço? — teve resposta clara assim que o barco se aproximou do Morro Dois Irmãos.

Roteiro

Os primeiros dias ficaram em Recife e Porto de Galinhas, com as piscinas naturais de água morna como aquecimento antes do arquipélago. Fernando de Noronha exigiu reserva de tudo com meses de antecedência — passagem aérea, pousada e até a taxa de preservação ambiental, cobrada por dia de permanência na ilha. Lá, os dias giraram em torno de mergulho com snorkel, trilhas curtas até mirantes e praias que raramente têm mais de uma dezena de pessoas ao mesmo tempo.

A taxa ambiental cobrada por dia é um bom lembrete para planejar a estadia certa — nem curta demais para não aproveitar, nem longa demais para não pesar no bolso.

Como nos deslocamos

Voo até Recife, depois um trecho doméstico à parte só para Noronha — não existe voo direto do Brasil continental além de Recife, Natal e Fortaleza, o que também limitou as datas disponíveis.

O que eu levaria de novo

Reservar a pousada e o voo para Noronha com bem mais antecedência — os preços sobem rápido conforme a data se aproxima, mais do que em qualquer outro destino nacional que já visitei.

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