Nem toda viagem que vale registrar é longa ou distante. Ao revisar o histórico completo de localização dos últimos dez anos para outros posts do blog, um padrão chamou atenção: três lugares perto de casa somam, juntos, mais visitas do que qualquer viagem internacional daqui — de longe.
Hopi Hari, o campeão absoluto
Onze visitas entre 2016 e 2024, quase sempre de carro e quase sempre num fim de semana sem grande planejamento prévio. Maior parque temático do Brasil, em Vinhedo, a menos de duas horas de carro — perto o suficiente para ser um programa de última hora, longe o suficiente para parecer uma viagem de verdade.
Itanhaém, o Ano Novo de sempre
Oito visitas, quase todas em torno da virada do ano — um padrão que só ficou óbvio ao olhar as datas lado a lado. Praia do litoral sul de São Paulo, mais tranquila que os destinos badalados do litoral norte, e claramente o lugar escolhido ano após ano para começar o ano novo com o pé na areia.
Olhar o histórico de localização de anos revelou um padrão que eu não tinha percebido vivendo ele: Itanhaém virou quase uma tradição de virada de ano, sem nunca ter sido planejado como tal.
Ilhabela, a escapada de fim de semana
Sete visitas espalhadas entre 2016 e 2025, no litoral norte paulista — mais espalhadas ao longo do ano do que as outras duas, sem um padrão de data fixo, mas sempre voltando.
O que eu levaria de novo
Nada, na real — esses três programas já têm a logística resolvida de tanto repetir. A única mudança seria registrar mais essas idas na hora, em vez de só perceber o padrão dez anos depois, olhando para trás.